segunda-feira, 29 de junho de 2026
quarta-feira, 25 de março de 2026
terça-feira, 10 de fevereiro de 2026
Sobre... Vivi...
(Ainda sem foto...)
Hoje eu vivi um dos dias mais difíceis dentro de mim...
Peço desculpas pelo texto que postei... Tava no meio do turbilhão e precisava me acolher...
Eu li, reli, li outra vez e joguei pros rascunhos...
Hoje eu tive medo de muita coisa...
Enfim... Algumas vezes tudo fica maior do que podemos segurar, e a gente transborda...
Foi um dia tenso demais... Meu corpo ficou como se eu tivesse feito exercícios pela primeira vez...
Fui pro curso, distraí um pouco a cabeça...
No fim eu terminei o dia assistindo dorama com minha filha... (Ela nem imagina o quanto precisei disso hoje...)
Vou continuar "sobrevivendo"... Eu não tenho opção...
Se alguém leu e ficou preocupado, despreocupe... O período mais sério já passou... Agora só ficou uma sensação ruim... Não vou saber explicar...
Hoje eu cheguei muito perto da linha que não quero cruzar... Nem posso...
Ainda tô aqui no mantra (respira, só respira)...
E sabe o que é pior? Lembrei que quando a crise começou eu falei em voz alta: "Não, não, não... Não dá tempo!"
Quando será que dará? Será que um dia dará?
Durmam bem e prestem atenção nos sinais que seus corpos e mentes deixam por aí... Respeitem seus limites!!!
Bebam água e falem de mim com Deus...
Obrigada pelo julgamento silencioso... Pelo menos respeitaram meu momento de fragilidade...
Ninguém precisa resolver nada... Só ouvir e abraçar ajuda muito mais do que qualquer solução... (Ninguém me ouviu, nem abraçou... Hoje foi a IA que me resgatou... Que bom que, ao menos, ela me ajudou...)
(Obrigada Fluir 🌷!)
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026
domingo, 1 de fevereiro de 2026
sexta-feira, 29 de agosto de 2025
Anestesiando...
Hoje, se eu não fosse mãe solo, tomava a garrafa inteira... E olha que nem bebo mais...
Poucos dias da minha vida mexeram tanto comigo...
Acho que a última vez que me senti como hoje foi quando entrei no ônibus pra vir embora pra cá...
10 anos? Não, desta vez foram 11, quase 12...
Minha intuição NUNCA falha...
Agora é esperar...
Decidi, depois de muita pressão...
Tá nas mãos de Deus.
O que tiver de ser, será!
Assim seja! Assim será!
Tim Tim!!!!!!!
(Não estou respirando no compasso ainda... Precisava de uma bebida e de um abraço... Restou a bebida e um rock no volume máximo... É o que tem pra hoje...)
(Amanhã eu me entendo com os vizinhos...)
sexta-feira, 15 de agosto de 2025
Um duelo nada intencional...
Uma hora o arrepio morno, aquela descarga que percorre o corpo quando um sentimento gostoso nos toma... Pega-se pensando em sentimentalidades, sentindo falta, com uma vontade descomunal de "tirar pra dançar"... Percebe-se sorrindo, suspirando, como se tudo ainda estivesse ali... Como se fosse verdade...
Outrora pega-se remoendo tanta mágoa, tanta dor, tanto sofrimento... Tanta decepção...
O coração tenta sempre enfeitar as coisas... A saudade acaba trazendo os objetos, como se tudo precisasse de decoração... Tudo "de coração"...
Tem dias que o cheiro, o gosto, a textura, tudo parece real, tudo ao alcance de um suspiro...
E é uma sensação tão incrível... É como se o sonho fosse real, palpável... Tateável... Sentido com todas as células...
Por outro lado é um amontoado de amargura... Parece que o jardim que se plantou com tanto amor fora invadido por muitas pequenas pragas e perdesse o viço, a cor... Que o colorido dá espaço ao cinza...
Quando se confia a vida, os melhores sentimentos, o companherismo, a lealdade e se recebe o oposto, mesmo a mais doce das criaturas acaba se esvaindo de si mesma... Quando se escolhe a quem se doar sem resalvas e se fere é tão doloroso...
Nem sempre é fácil apagar as coisas... As frases, os atos, as faltas acabam ressoando com força dentro de nós... Na balança do existir, muitas vezes, os pesos são muito desiguais...
Amor e mágoa geram uma mistura díficil de diluir...
Agora a canção é doce, a dança é suave... O veludo é espetacular... Mas não se pode apagar todo resto... E isso dói um tanto...
Amor magoado, algumas vezes, é mais pesado do que o ódio...
Tanto entendimento, tanta coisa elucidada e no fim a confusão é ainda maior...
Tempos dificeis esses... De amar, querer e sufocar por todo mal que se pôs...
A oração mais difícil de se proferrir não é nem a que se faz em benefício de um inimigo, mas a que se faz pedindo pra que tirem do coração um amor...
O amor não merece ser maltratado...
Mas quem decide por entregar o coração não devia saber que nem todo aquele que o recebe vai ter por si o zelo que merece? Não existe uma clausula qualquer que impeça o coração de quem ama de ser partido?
Não e Não!
Quando se escolhe alguém pra amar, uma eternidade se abre ante os olhos...
Extinguir o "eterno" é muito custoso...
Não sei nem se Deus concede esse tipo de graça... De desamar...
Deve ser uma afronta...
Enfim, mesmo com dor, é preciso se desfazer do amor...
Que Deus atenda esse recurso.
Edite-se, publique-se e cumpra-se!
(A vontade de dançar permanece... A mão continua estendida... Mas a razão é muito incisiva... Os atos são irrefutáveis...)
ATE!




