sexta-feira, 26 de junho de 2026
sábado, 31 de janeiro de 2026
sábado, 1 de novembro de 2025
sexta-feira, 15 de agosto de 2025
Um duelo nada intencional...
Uma hora o arrepio morno, aquela descarga que percorre o corpo quando um sentimento gostoso nos toma... Pega-se pensando em sentimentalidades, sentindo falta, com uma vontade descomunal de "tirar pra dançar"... Percebe-se sorrindo, suspirando, como se tudo ainda estivesse ali... Como se fosse verdade...
Outrora pega-se remoendo tanta mágoa, tanta dor, tanto sofrimento... Tanta decepção...
O coração tenta sempre enfeitar as coisas... A saudade acaba trazendo os objetos, como se tudo precisasse de decoração... Tudo "de coração"...
Tem dias que o cheiro, o gosto, a textura, tudo parece real, tudo ao alcance de um suspiro...
E é uma sensação tão incrível... É como se o sonho fosse real, palpável... Tateável... Sentido com todas as células...
Por outro lado é um amontoado de amargura... Parece que o jardim que se plantou com tanto amor fora invadido por muitas pequenas pragas e perdesse o viço, a cor... Que o colorido dá espaço ao cinza...
Quando se confia a vida, os melhores sentimentos, o companherismo, a lealdade e se recebe o oposto, mesmo a mais doce das criaturas acaba se esvaindo de si mesma... Quando se escolhe a quem se doar sem resalvas e se fere é tão doloroso...
Nem sempre é fácil apagar as coisas... As frases, os atos, as faltas acabam ressoando com força dentro de nós... Na balança do existir, muitas vezes, os pesos são muito desiguais...
Amor e mágoa geram uma mistura díficil de diluir...
Agora a canção é doce, a dança é suave... O veludo é espetacular... Mas não se pode apagar todo resto... E isso dói um tanto...
Amor magoado, algumas vezes, é mais pesado do que o ódio...
Tanto entendimento, tanta coisa elucidada e no fim a confusão é ainda maior...
Tempos dificeis esses... De amar, querer e sufocar por todo mal que se pôs...
A oração mais difícil de se proferrir não é nem a que se faz em benefício de um inimigo, mas a que se faz pedindo pra que tirem do coração um amor...
O amor não merece ser maltratado...
Mas quem decide por entregar o coração não devia saber que nem todo aquele que o recebe vai ter por si o zelo que merece? Não existe uma clausula qualquer que impeça o coração de quem ama de ser partido?
Não e Não!
Quando se escolhe alguém pra amar, uma eternidade se abre ante os olhos...
Extinguir o "eterno" é muito custoso...
Não sei nem se Deus concede esse tipo de graça... De desamar...
Deve ser uma afronta...
Enfim, mesmo com dor, é preciso se desfazer do amor...
Que Deus atenda esse recurso.
Edite-se, publique-se e cumpra-se!
(A vontade de dançar permanece... A mão continua estendida... Mas a razão é muito incisiva... Os atos são irrefutáveis...)
ATE!
domingo, 9 de abril de 2017
terça-feira, 7 de fevereiro de 2017
O que eu quero? Um "abraço"!
sexta-feira, 5 de agosto de 2016
sexta-feira, 18 de março de 2016
E hoje eu acordei nostalgica...
quinta-feira, 7 de março de 2013
Tantas mudanças, tanta coisa jogada fora e, mesmo assim, ainda pulsa em mim esse querer...
quarta-feira, 6 de março de 2013
Eis que minha vida perde um pouco da cor... Puxa... Vá em paz Chorão...
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Essa o "Vinho" me disse certa feita...
sábado, 3 de dezembro de 2011
Agora eu entendo o José Augusto...
Eu me lembro de nós dois
É o dia mais difícil sem você"...
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Saudade...

sábado, 9 de janeiro de 2010
Meu vinho...
Por onde tu andarás?
A quais lábios umedeces?
A que ser embriagarás?
Corres em mim como lembrança intermitente
Que não cessa
Que não cala
Que vibra
Vibra
Vibra
Como jamais vibrara qualquer lembrança em mim...
Dá-me um pouco de ti
Oh entorpecente da existência
Guia-me por tuas rubras gotas
Pelo sabor indócil te é peculiar...
Adentra minhas frestas
Tonaliza minhas angústias
Embriaga meus sonhos soltos
Traça minha linha de libertação...
Tu me sabes
Tu me sentes
Tu me tens
Tu
Somente tu conheces de mim o que jamais fui capaz de sentir...
Vem... Toma-me...
(Nativa... Pensando, sonhando, precisando... Desejando “seu vinho”... Tim tim...)













