Mostrando postagens com marcador Uma saudade.... Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Uma saudade.... Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 26 de junho de 2026

...

 


(Por isso só quis saber o que quisesse contar...)

sexta-feira, 15 de agosto de 2025

Um duelo nada intencional...


Involuntariamente uma luta se estabeleceu por dentro...

Uma hora o arrepio morno, aquela descarga que percorre o corpo quando um sentimento gostoso nos toma... Pega-se pensando em sentimentalidades, sentindo falta, com uma vontade descomunal de "tirar pra dançar"... Percebe-se sorrindo, suspirando, como se tudo ainda estivesse ali... Como se fosse verdade...

Outrora pega-se remoendo tanta mágoa, tanta dor, tanto sofrimento... Tanta decepção...

O coração tenta sempre enfeitar as coisas... A saudade acaba trazendo os objetos, como se tudo precisasse de decoração... Tudo "de coração"...

Tem dias que o cheiro, o gosto, a textura, tudo parece real, tudo ao alcance de um suspiro...

E é uma sensação tão incrível... É como se o sonho fosse real, palpável... Tateável... Sentido com todas as células... 

Por outro lado é um amontoado de amargura... Parece que o jardim que se plantou com tanto amor fora invadido por muitas pequenas pragas e perdesse o viço, a cor... Que o colorido dá espaço ao cinza...

Quando se confia a vida, os melhores sentimentos, o companherismo, a lealdade e se recebe o oposto, mesmo a mais doce das criaturas acaba se esvaindo de si mesma... Quando se escolhe a quem se doar sem resalvas e se fere é tão doloroso...

Nem sempre é fácil apagar as coisas... As frases, os atos, as faltas acabam ressoando com força dentro de nós... Na balança do existir, muitas vezes, os pesos são muito desiguais...

Amor e mágoa geram uma mistura díficil de diluir...

Agora a canção é doce, a dança é suave... O veludo é espetacular... Mas não se pode apagar todo resto... E isso dói um tanto...

Amor magoado, algumas vezes, é mais pesado do que o ódio... 

Tanto entendimento, tanta coisa elucidada e no fim a confusão é ainda maior...

Tempos dificeis esses... De amar, querer e sufocar por todo mal que se pôs...

A oração mais difícil de se proferrir não é nem a que se faz em benefício de um inimigo, mas a que se faz pedindo pra que tirem do coração um amor...

O amor não merece ser maltratado...

Mas quem decide por entregar o coração não devia saber que nem todo aquele que o recebe vai ter por si o zelo que merece? Não existe uma clausula qualquer que impeça o coração de quem ama de ser partido?

Não e Não!

Quando se escolhe alguém pra amar, uma eternidade se abre ante os olhos... 

Extinguir o "eterno" é muito custoso...

Não sei nem se Deus concede esse tipo de graça... De desamar...

Deve ser uma afronta...

Enfim, mesmo com dor, é preciso se desfazer do amor...

Que Deus atenda esse recurso.

Edite-se, publique-se e cumpra-se!

(A vontade de dançar permanece... A mão continua estendida... Mas a razão é muito incisiva... Os atos são irrefutáveis...)

ATE!

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

O que eu quero? Um "abraço"!

Sutilmente
Skank
  
E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace
Quando eu estiver louco
Subitamente se afaste
Quando eu estiver fogo
Suavemente se encaixe

E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace
E quando eu estiver louco
Subitamente se afaste
E quando eu estiver bobo
Sutilmente disfarce
Mas quando eu estiver morto
Suplico que não me mate, não
Dentro de ti, dentro de ti

Mesmo que o mundo acabe, enfim
Dentro de tudo que cabe em ti
Mesmo que o mundo acabe, enfim
Dentro de tudo que cabe em ti

E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace
E quando eu estiver louco
Subitamente se afaste
E quando eu estiver bobo
Sutilmente disfarce
Mas quando eu estiver morto
Suplico que não me mate, não
Dentro de ti, dentro de ti

Mesmo que o mundo acabe, enfim
Dentro de tudo que cabe em ti
Mesmo que o mundo acabe, enfim
Dentro de tudo que cabe em ti
Mesmo que o mundo acabe, enfim
Dentro de tudo que cabe em ti
Mesmo que o mundo acabe, enfim
Dentro de tudo que cabe em ti

sexta-feira, 18 de março de 2016

E hoje eu acordei nostalgica...

"... Abismo que cavastes com teus pés..."

 "... É que eu preciso dizer..."

E eu sempre amei... Sempre amarei... Você: Cazuza!!!
Sempre me traduziu... Sempre fomos "Cobaias"... 
E hoje eu senti saudade de tua voz...
 

quinta-feira, 7 de março de 2013

Tantas mudanças, tanta coisa jogada fora e, mesmo assim, ainda pulsa em mim esse querer...

Ontem, depois de voltar do Muay Thai (sim, eu comecei... rs), fiquei sentada no chão da sala de casa pensando...

Não sei se foi a situação do Chorão (que dizem ter morrido de amor e solidão), não sei se é por eu estar realmente me dedicando a mim e com isso as emoções estejam reviradas... Sei lá por qual motivo, mas me deu uma coisa aqui no peito...

Ontem, depois de muitos dias relutando, me debatendo, buscando rechaçar todo e qualquer pensamento sobre "determinadas coisas", pedi a Deus que me deixasse chorar, mas chorar aquele choro de soluçar sabe, pedi que me permitisse admitir que estava com vontade de pedir um abraço, de tocar a face, de sentir o cheiro, e, principalmente, de ver aqueles olhinhos que eu tanto quis perto de mim... Sim, Ele permitiu e eu chorei, e senti... Foram alguns instantes que eu me vi ali, tão exposta, tão "a flor da pele"... (ainda bem que a Tim estava com problemas...)

Fiquei ali, sentada, ouvindo "Céu azul", várias e várias vezes, e pensando, pensando, pensando...

Faz um tempo que não pensava assim em tudo isso... Eu ainda não consigo pensar direito, lembrar, é um mecanismo que minha mente criou pra ajudar meu coração a seguir... Mas pedi que Deus permitisse, pra que eu não sufocasse, pra que eu me permitisse desabafar...

Sou tão passional, de uma sensibilidade que nem sei explicar... E fiquei imaginando: Será que em algum momento existe um pensamento reverso? (de lá pra cá) Aí o pen drive travou e foi pra uma canção de Cazuza,  parecia que o universo apenas conspirava pro meu pensamento, a canção era "Quase um segundo"... E dizia: "Será que você ainda pensa em mim? Será que você, ainda pensa?"

Fiquei um bom tempo ali, com o celular na mão, sem lembrar o número e com a operadora "fora de serviço"... 

Não, não me fez mal esse "pensamento"... 

Em dado momento coloquei uma garrafa d'água (tomo muita água a noite) na minha frente e disse em voz alta: Queria que você estivesse aqui, na minha frente... Queria tocar teu rosto, olhar teus olhos, te abraçar... Hoje eu admito que queria...

Fiquei ali, olhando a garrafa, paralisada... Com um misto de saudade e de mais saudade ainda...

Pedi a Deus que o fizesse ainda mais feliz, que o protegesse e guiasse...

"De qualquer jeito seu sorriso vai ser meu raio de sol"...

E fiquei ali, até o sono me vencer... Pensando, lembrando... Sentindo uma saudade gigante "daquilo" que nem posso mais ver...

"Eu me flagrei pensando em você... Em tudo que eu queria te dizer"...

Enfim, eu precisava me permitir...

Vida que segue...

quarta-feira, 6 de março de 2013

Eis que minha vida perde um pouco da cor... Puxa... Vá em paz Chorão...

Cara, tô sentindo mesmo... Sempre gostei muito do som e das colocações do Chorão...

Ao menos deu tempo de ir num show dele...
  
O céu azul agora é teu, Chorão!









quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Essa o "Vinho" me disse certa feita...


Saudade das "embriagantes conversas"...
Dos "surtos" nas madrugadas...

(Lilás, como tu... Quiçá... Amém! Lembrei de ti quando vi... Sei que saberás disso...)

sábado, 3 de dezembro de 2011

Agora eu entendo o José Augusto...

"Todo sábado é assim
Eu me lembro de nós dois
É o dia mais difícil sem você"...

(Ai que vontade de ter você aqui...)

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Saudade...


A noite lá fora aquieta os corações e mentes...
O sereno da madrugada aninha as almas que vagam pelas ruas insones...
A saudade, instrumento cortante, traz perto quem se fez longe, embora este perto seja um tanto mais distante que qualquer longe que brilhe no horizonte...
Camas grandes tendem a aumentar o vazio deixado pelos corpos delas cativos...
... Você aí (tão longe)... Eu aqui (tão só)... Nós no mundo (sonhando)... Nos querendo (tão perto)...
Cada metro que nós separa jaz em mim como um abismo...
Cada minuto em que não estás junto a mim morre um pouco meu ser...
Por mais que eu tente disfarçar... Por mais que tentemos fingir... Fomos fisgados pelo destino...
Não sei mais existir sem ti... Não vives mais teu ser sem mim...
Ah, noite, porque cismas em trazer longe os corações que se querem perto?
(Dorme bem, meu bem... Te vejo no mundo dos sonhos... Saibas apenas que meu ser grita de saudade de ti...)

sábado, 9 de janeiro de 2010

Meu vinho...


Por onde tu andarás?

A quais lábios umedeces?

A que ser embriagarás?

Corres em mim como lembrança intermitente

Que não cessa

Que não cala

Que vibra

Vibra

Vibra

Como jamais vibrara qualquer lembrança em mim...

Dá-me um pouco de ti

Oh entorpecente da existência

Guia-me por tuas rubras gotas

Pelo sabor indócil te é peculiar...

Adentra minhas frestas

Tonaliza minhas angústias

Embriaga meus sonhos soltos

Traça minha linha de libertação...

Tu me sabes

Tu me sentes

Tu me tens

Tu

Somente tu conheces de mim o que jamais fui capaz de sentir...

Vem... Toma-me...

(Nativa... Pensando, sonhando, precisando... Desejando “seu vinho”... Tim tim...)