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sexta-feira, 5 de junho de 2026

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Bom, tem muito assunto acumulado, mas não vai ser hoje a atualização...

Pela imagem dá pra entender... Tô doente... De novo? Pra você ver...

Segunda vez em menos de um mês que fui parar na UPA...

Fiz tudo certo, repouso, medicamento na hora certa, sem muita exposição e, outra vez, me lasquei...

Sabe aquilo que postei outro dia sobre "cada um dá o que tem em si"? Pois bem...

Hoje, depois de fazer uma reflexão profunda sobre esse meu "adoecimento recorrente", resolvi pedir um favor a Deus...

Pedi que ele leve paz, amor, luz, tudo de melhor até aqueles que me desejam mal... Que as vidas deles sejam plenas em bons sentimentos, que tudo ao redor deles receba luz e que toda treva se afaste dos mesmos... Que tudo que desejo de melhor pra mim os alcance e que eles sejam completamente felizes e realizados...

Eu podia desejar que as vibrações que eles tem emitido pra mim voltasse a eles, mas eu não sou assim... 

Outro dia ouvi alguém dizer " pois que queimem no fundo do inferno", e pensei: Quem para sua vida pra desejar o mal do outro, já vive no próprio inferno... Talvez, ao encontrar com bons sentimentos, eles entendam onde deveriam estar... Onde Deus gostaria de fato que eles estivessem...

Se você ainda perde seu tempo fazendo mal, desejando mal, embebedando sua alma de mal, eu desejo com toda força que você encontre a luz... Que o amor de Deus te alcance e te livre de todo esse lodo...

Se você não sabe como virar a chave, ore! Deus ouve quando o espírito deseja mudar...

Desejo que seu coração seja leve, que suas palavras sejam de amor, que sua saúde seja restaurada... Que Deus esteja com você...

Não, eu não vou retribuir teu mal... Eu te desejo tudo de melhor... Que teus passos te guiem pra plenitude...

Meus passos são pequenos, minha saúde está fragilizada, mas eu creio em Deus e nos propósitos Dele em minha vida... Não é pra ser agora? Tudo bem, eu espero Senhor! Fortaleces meus pés e ombros pra que eu siga pelos caminhos que preciso passar...

Ninguém sabe qual mal mantém algumas pessoas de pé,  mas o bem que me protege não dorme... 

Deus é comigo! Que Ele esteja com você também... Apesar de você!

Livra-nos, oh Pai, de todo mal disfarçado de bem.

Amém!

domingo, 3 de maio de 2026

terça-feira, 4 de março de 2025

Um dia desses aí...

 

Engraçado como a vida me coloca no meio de turbilhões e sempre vem um anjo e me resgata...

Eu ia ficar "dendicasa" e fazer mil coisas, arrumar aqui e ali, cansar meu corpo pra enganar meus pensamentos... Daí minha filha recebe um convite que exige que eu vença alguns medos (pegar a estrada de moto) pra levar ela onde ela tinha que ir...

Eu não sou de sair (pense numa pessoa chata... Pensou? Prazer, sou eu! Rsrs) mas minha filha... kkk..  Deve ter saído ao pai... 

Eu topei imediatamente (outra novidade)... Na hora de sair começou a chover (aff)... Eu ainda tinha que abastecer, calibrar os pneus, ir ao mercado... Na primeira folga da chuva, lá  fomos nós...

Nenhum calibrador de posto funcionando, mercados cheios, a chuva voltando aos poucos e eu nem aí...

Fomos. É na zona rural mas pra chegar tem que pegar a BR... Vruuummm... Eu tava com medo mas achei que ficaria mais temerosa, principalmente por causa da chuva (ano passado caí de moto na chuva e foi a queda mais besta da vida... Embora meu ombro esteja machucado até  hoje)... Nós perdemos um pouco no caminho, fomos "patinando" na lama (rindo horrores ainda assim), Bel que me guiava pelo caminho errado (ela já  tinha ido 3x, só  que de carro com os pais da coleguinha) mas chegamos bem (menos meu tênis novo que tava atolado de lama até  meu joelho kkkk)...

Fui tão bem recebida, acolhida e festejada que fiquei sem graça rsrs... Ainda assim não  quis ficar pra dormir (não parece mas sou bem tímida quando não tenho intimidade com as pessoas)... E lá  vai eu pegar a estrada de volta, no começo  da noite, sozinha (minha filha ficou, claro rsrs), chovendo e ainda peguei a rota errada mas acabei saindo mais perto de casa do que pretendia (Deus proteje os doidos né gente rsrs)...

Resultado: Cheguei bem, ensopada, meu tênis parecia que ia construir uma casa de tanto barro e fiquei a noite toda assistindo seriado e depois xingando o povo do Oscar...

Pensa que acabou? Pois quando acordei pra ir resolver umas coisas e voltar pro sítio, na hora que vou arrumar a moto... Tcharam... O pneu traseiro tava furado kkkk (tô rindo agora porque ainda não fui comprar o pneu novo)... Lá vai eu procurar um borracheiro em plena segunda de Carnaval... 

Custou mas achei! Caro pra zôrra (eles sabem que precisamos) e ainda vou ter que trocar o pneu quarta...

Voltei pro sítio já toda cheia de mim, toda confiante, inchirida (depois vejo se escreve assim), fui muito bem recebida, fui até visitar uma amiga que mora na região rsrs... E adivinha... Tô  aqui escrevendo cedinho pois dormi por aqui... Ah, e o dono do sítio ainda disse que adorou meu jeito, minha simplicidade e que todas as vezes que eles vinhessem pra cá  iam me chamar (kkkk... Eu tenho um poder de conquistar famílias kkkk... Sério,  nunca entendi isso mas tenho mesmo)... Ficamos até tarde de papo e me senti tão bem (ainda tive uma surpresa incrível nesse meio termo... Deus é tão maravilhoso, ai ai)...

Agora faz sol e ainda tenho um dia inteiro por aqui... Vou viver né?

PS.: Minha mãe ainda tá aguardando o resultado dos exames (Carnaval né?)... Mas está sem dor e tranquila... Preferi não enlouquecer dessa vez..  Acho que Deus também pensou nisso...

Juízo aí viu? Tô olho em vocês!

Abs.

terça-feira, 26 de setembro de 2017

E quando não se consegue mais conter os sentimentos?

 

Hoje acordei (depois de passar a noite com minha filha com mais de 38º de febre) com uma tristeza que não consegui conter... 

Coloquei as coisinhas dela na mochila, coração apertado por não poder simplesmente chutar o trabalho pra ficar com ela em casa abraçadinha até sarar, descemos a escada e ela começou a chorar, como se pedisse "Mamãe, fica comigo"... Fui chorando até a creche, deixei ela com um abraço apertado e o coração do tamanho de uma ervilha...

Chorei todo percurso até o trabalho... 

Era um choro sofrido, um choro cansado, um choro de vergonha, de raiva, de desespero... Era a tormenta transbordando e escorrendo pelos olhos...

Cheguei no trabalho e me tranquei 20 minutos no banheiro e chorei, chorei, chorei até onde foi possível... Calada! Silenciosa! Como se tudo isso não coubesse mais em mim...

Tenho passado pelos dias mais difíceis de minha vida... 

Nunca imaginei que seria assim, nem me preparei pra chegar nesse ponto...

Sei que Deus não escolhe os capacitados, capacita os escolhidos mas, algumas vezes, os "escolhidos" chegam a rastejar pra seguir em frente...

De repente é um misto de angústia, de doença (física mesmo), de raiva, até de nojo... 

Como pode as pessoas fazerem certas coisas e não sentirem um pingo de dor na consciência?

Como pode as pessoas passarem tão "branda e cinicamente" pela vida?

Eu não consigo!

Estou aqui despedaçada de ver minhas filhas doentes, eu doente, sem dinheiro, sem perspectiva, lutando com unhas e dentes pra não desistir, pra não entregar os pontos...

Como que se lida com tudo isso sem se envergonhar, sem se prostrar, sem enlouquecer?

Eu posso dizer que sou forte, que a maternidade me mantém viva...

Mas até os tratores precisam de um período de descanso... Até as mentes mais sãs precisam de refazimento... Até os corpos mais fortes precisam de um pouco de inércia... Até o espírito mais "preparado" carece de um pouco de paz...

Hoje eu não consegui segurar... Não fui eu quem chorei, foram meus olhos que não conseguiram mais segurar...

Não quero mais falar!

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

"Há meses que fazem chuva, semanas que fazem sol... E dias em que tanto faz..." (Vander Lee)

E hoje eu chorei...
Chorei tanto
E muito
E tão profundamente...

Eu chorei...

E hoje eu precisei chorar...

Chorei sozinha, silente...
Chorei na intimidade da minha cama
Na minha clausura...

Eu chorei...

Eu precisei chorar...

E foi um choro doído
Um choro sofrido
Um choro...

Hoje...

Precisei...

Chorar!...

(Não, isso não é poesia, não é metáfora, nem figura de linguagem... Isso foi real!!!)

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

E lá se foi um pedaço de mim...

Mais cedo uma amiga me manda uma mensagem... "Vander Lee morreu Fá"...

Não... Não coube em mim o susto, a agonia, a dor... Fiquei torta... Troncha... Perdida...

Ninguém pode mensurar a importância desse "menino" em minha vida... NINGUÉM!

Eu sentia como se fossemos "camaradinhas", tipo aquela pessoa que vem na sua casa pra tomar um café...

Conheci o trabalho de Vander Lee na época da faculdade... E de lá pra cá ele fez parte de tudo em minha vida...

Ele me consolou, me deu força, me fez rir, e no dia que ele me abraçou (na vida real) parecia que era um amigo que vinha de longe...

Não esquecerei jamais daquele sorriso e de sua mineirice...

Nós, os de alma sensíveis, somos frágeis em nossa "sentimentalidade"...

Ele sabia disso... Ele cantava isso... Ele descrevia minhas sensações como ninguém jamais fizera...

Eu amei ao som de Vander Lee, chorei ao som de Vander Lee, caí e me ergui ao som de Vander Lee... E agora o que serei sem você menino?

(Deixem que eu exagere minha dor pra que ela saia de mim...)

"Deixe eu chorar até cansar, me leve pra qualquer lugar aonde Deus possa me ouvir"...

Quando eu o vi pela primeira vez, ele olhou nos meus olhos e sorriu... Quando percebeu que eu estava envergonhada enquanto todos gritavam, apertavam e tiravam fotos, ele veio até a mim, me pegou pela mão, me deu um abraço e tirou a foto comigo... Numa gentileza que só os de almas claras sabem ter... Nunca esqueci aquele momento...  Dalí pra frente ele era um "amigo"... O meu amigo Vander Lee...

Ele deve ter feito isso com muita gente, e muita gente deve ter se sentido como eu...

Hoje eu morri um pouco... Hoje a poesia é triste... O poeta está morto...

(Pausa pra escutar e chorar...)

Nossa, que dor...

Quantas vezes eu sentei no chão e chorei, cantando "Alma nua" pra que Deus olhasse por mim?

Quantas vezes eu chorei...

Nunca foi como agora...

Nunca o choro doeu tanto...

Nem eu achava que seria assim...

Perdi meu poeta pra morte...

Perdi "meu amigo", "meu camaradinha", aquele que me disse ao mundo sem que o mundo soubesse que eu era assim...

Ah, nós de almas sensíveis...

Sei que tudo tem seu tempo e que Deus sabe mais do que eu mas... Não devia ser assim...

Acho que Vander Lee sempre foi meu protótipo de amor...

Eu sonhava encontrar alguém assim pra mim... Eu sonhava que o grande amor fosse assim... Eu sonhava ser Vander Lee...

Eu gravava cds e distribuía pros amigos pra que todos conhecessem o trabalho dele, pra que todo mundo tivesse o mesmo privilégio que eu, de se deixar envolver pela poesia dele...

Muita gente pode achar que eu só tenho tristeza pra citar, mas eu adorava a genialidade que ele tinha de colocar o humor brejeiro nas coisas... Se colocando em "liquidação", "balançando no balaio" ou "subindo a ladeira" no seu "carro sambado"...

Ele era simples e essa simplicidade o tornava genial...

(Pausa pra escutar "Esperando aviões"... E chorar...)

Agora nós somos as "pistas vazias"...

Nada será como antes...

Me perdoem os que conseguem sorrir no dia de hoje... Eu não consigo...

Só me resta pedir a Deus que o receba, que coloque seus anjos pra consolar sua família e que permita que esse menino esteja entre nós pra sempre... Com sua poesia eternizada, com sua música ecoando e sua mineirice gravada em nossos corações...

Vá em paz menino Vander Lee...

Sei que "lá" é melhor do que "aqui" e que Deus te recrutou pra "poetisar" as nuvens de algodão...

Me despeço de ti com um nó na garganta, muitas lágrimas nos olhos e a certeza de que permanecerás em mim...

Vai menino... Vire estrela e brilhe no Céu...



Aquela Estrela

Vander Lee


Aquele jeito que você me olhou

Varreu meu pensamento

Todas as coisas saíram do chão

Eu me esqueci de tudo

Antes que eu me desse conta

Já era seu meu querer


Foi como o sol que desponta

Numa montanha dourada

Na terra do faz de conta

Pra me banhar de prazer


Mas o vazio que você deixou

No meu apartamento

Quase transbordou meu coração

Meu mundo ficou mudo

Você foi pra tão distante

E eu quero tanto te ver


Por isso não se espante

Se numa noite bela

Aquela estrela brilhante

Em sua janela bater


Por isso não se espante

Se numa noite bela

Aquela estrela brilhante

Em sua janela bater


Mas o vazio que você deixou

No meu apartamento

Quase transbordou meu coração

Meu mundo ficou mudo

Você foi pra tão distante

E eu quero tanto te ver


Por isso não se espante

Se numa noite bela

Aquela estrela brilhante

Em sua janela bater


Por isso não se espante

Se numa noite bela

Aquela estrela brilhante

Em sua janela bater



Composição: Vander Lee

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Eis que chega a hora das despedidas...

Todo ano, mesma época, momentos de reflexão...

Poucos instantes antes do "marco" (palavra doce aos meus ouvidos... Uma saudade grande...) que nos impuseram de "contar primaveras" sempre me pego mais reflexiva, ainda mais introspectiva, com os olhares voltados para avaliação do que fui "nas estações passadas", analisando os ajustes necessários para a "próxima estação"...

É um período doloroso... Extremamente, exclusivamente, completamente meu...

Não é uma avaliação do mundo, é, apenas e tão somente, um período de comunhão comigo mesma...

Esse ano em particular está sendo um tanto mais complexa, criteriosa e determinista essa fase...

Me anulei completamente nos últimos 3 anos e "a máquina" começou apresentar defeitos graves...

O corpo no limite... O psicólogico? Além dos limites... O financeiro? Um cáos... Todo resto? Nem mais o resto...

"De repente" me vejo limitada, dolorida, estressada, esgotada, a beira de um problema grave de saúde...

O tempo é cruel... A anulação é impiedosa... Não consigo mais...

Chegou um momento em que é preciso deixar de ser o outro para ser você...

Pensei que aguentaria muito menos, depois passei a me crer invencível... A "conta" chegou... Ela sempre chega...

Não dou conta, não consigo mais, e nem é corpo mole... Esse é o limite... Ir além disso é perigoso... É se atirar nos braços da morte...

Não posso, não devo e não quero... Não é isso que Deus espera de mim...

No mês que vem chegando as coisas vão mudar...

Chegou a hora da ajuda profissional....

Do jeito que tá eu não vou muito longe...

A grana curta dificulta (a saúde pública é um tanto quanto... Todo mundo sabe já sabe desta parte...) mas eu preciso fazer alguma coisa por mim... Pela minha saúde física, mental e emocional...

Chega uma hora que o limite entre o esgotamento e a morte é muito tênue...

Chegou a hora de parar e olhar pra mim... Me juntar, aglomerar meus pedaços... Cuidar do meu "governador" (nunca conseguirei desvincular esse termo de uma doce saudade...)...

Sim, minha filha precisa de mim, mas precisa que eu esteja viva, saudável e lúcida...

Começo então as despedidas...

Que o "dia primeiro" seja o "primeiro dia"... O ínicio do meu resgate...

Que Deus tenha misericórdia, piedade e, acima de tudo, amor por mim neste recomeço...

O mundo é carrasco daqueles que se esquecem, se abandonam... Abdicam de sí mesmo...

Vi uma frase essa semana (na rede social mais "filosofal", a do "rosto e do livro") que me fez repensar muita coisa: "Jesus disse vá e ama o teu inimigo... Assim o fiz e me amei"...

Eu seguiria adiante na "filosofia" e diria: Aproveita e perdoa teu inimigo não 7 mas 70x7...

Agora é hora de acabar com os "pesos", de diminuir o ritmo, de cuidar da carcaça...

Hora de me cuidar, amar, perdoar e tomar impulso...

Que seja esse o marco que lembrarei lá na frente, junto com minha pequenina...

A mamãe vai renascer... Por você sim mas principalmente por ela mesma...

Por nós minha pequena pérola... Por nós...

Carpe diem... Tempus fugit...



(Que os anjos de luz me guiem e que Deus me tome pelas mãos...)

Nosce te ipsum

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

A sensação de agora??? Janelaaaaaaaaa!!!!!

Meia noite e quarenta e três... Uma mesa ocupa o lugar do "berço... Coldplay no headfone... Um abajour de "boneca"... Ar condicionado a 25º... Bebê dormindo "ao alcance das mãos"... A sensação é tão libertadora que chega a emocionar...

Tanta coisa me vem a mente... Vontade de escrever tudo, sobre tudo, "sobretudo" sobre o que vai em mim...

(Sério, me emocionei...) (Pausa pra sentir as lágrimas...) (Pausa pra sentir...)

Quanto tempo eu queria isso... Há quanto tempo eu não sei o que é isso...

Nossa... (Lágrimas, lágrimas, lágrimas...)

Chego a sentir uma pressão no peito...

Não, ninguém nunca vai entender o que a escrita significa pra mim... O quanto eu preciso dela... O quanto ela me completa...

(Putz, quanto tempo eu não sinto, eu não me permito sentir... Chega tá doendo na carne... A sensação é de palavras saindo das células... E isso no sentido literal... E sem trocadilhos...)

Em algum lugar (espaço/tempo) eu me perdi... E foi de uma forma tão brusca que não consigo me enxergar mais em nada... 

Vez ou outra sinto como se "algo" dentro de mim estalasse, como um "toc toc" de dentro pra fora... Mas eu não tenho tempo de ouvir... O cansaço, a casa, o trabalho, a maternidade, a física quântica, e até mesmo a fórmula de Bhaskara me tomam de uma maneira que eu até prefiro não me encontrar...

Ahhhh... Por uns minutos que seja estou sentindo vida em mim...

(Obrigada Deus!!! Obrigada!!!)

Talvez nunca entendam a sensação que me invade agora...

A sensação é de andar nos meios fios pela madrugada fria...
(Essa só uma pessoa vai entender... "Tim Tim")

É como se eu fosse uma parede e, num descuido, explodisse uma janela...

(Que sensação divina... Deus Obrigada!!!)

O choro é de emoção... Como se a mão que me aperta o peito se abrisse e me mostrasse que ainda vivo... AINDA VIVOOOO!!!

(Brindo novamente... Améééééémmmm!!!)

Vou preferir parar de escrever e deixar essa sensação me tomar por inteiro...

Só posso dizer que VIVO... (Um suspiro)

VIVO...

Não importa onde me perdi... Eu sempre encontrarei o caminho de volta...

(See you soon... Coldplay...)

(Apenas sentindo o momento... Não deixando "pra lá"... Desejando que esse momento se repita em breve, vez por outra, quiçá de vez em sempre... Mesmo quando eu nem mais respiro a música me faz renascer...)

(Todas as referências ao "Vinho" são meros delírios... Porque sei que me sabes mais que eu mesma sei... Logo escreverei um brinde, uma ode, e deixarei "um beijo em cada uma de tuas palmas... "Amém"!)

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Para reflexão...


É tão natural destruir o que não se pode possuir, negar o que não se compreende, insultar o que se inveja.


Honoré de Balzac

sábado, 14 de junho de 2014

E hoje eu acordei triste...

... E foi uma tristeza de doer nos ossos...

Daquelas que tiram você de órbita e você já não está mais onde está... 

Daquelas que seus olhos marejam o tempo todo...

Me peguei pensando no quanto sou um alvo fácil, uma presa preferível, um ser preterível...

Puxa, como pode você fazer o impossível pra que as pessoas sejam felizes, que não passem dificuldades, você dividir um pão, um real, um pedaço de cobertor, pra que as pessoas se sintam bem, pra que não se sintam desamparadas e todo mundo pegar você e jogar aos leões?

Hoje eu me dei conta de tanta coisa... De como estou sendo humilhada, massacrada, xingada entre outras coisas, quando eu só quero cuidar bem de alguém que não tem defesas...

Eu não durmo direito, não tenho vida social de nenhuma espécie, não tenho uma roupa nova, tive que abdicar de tanta coisa em nome da minha pequenina... E faço isso com tanto prazer... Com tanto amor...

Eu me dei conta que entendi os motivos da minha mãe sonegar tanto as informações que eu julgava importante sobre meu "parentesco"... Algumas vezes um sobrenome vem carregado de tanta coisa ruim que é melhor não saber, não ter, não querer...

Me arrependi de não ter ficado em silêncio... Eu sabia que seria melhor assim...

Agora é tarde... Eu que aguente a humilhação diária, os xingamentos, o descaso...

O lado positivo disso tudo? TODO o encanto se quebrou... TODO...

Hoje eu senti falta dos meus amigos, da minha fé, do aconchego daqueles que de verdade me querem bem... 

Vinha cogitando a possibilidade de viajar até eles, mas o fato de ter que encarrar meu "algoz" fez com que eu desistisse... Tem situações que você não pode simplesmente fazer deixarem de acontecer, mas pode adiar o máximo que der...

Hoje, se eu tivesse de dizer algo que eu realmente quero eu diria DISTÂNCIA...

Não posso apagar o que passou, mas posso não escrever mais esse trecho no meu futuro...

Se tudo na vida começa e termina, é isso que aconteceu... TERMINOU...

Não restou mais nada... Nem confiança, nem carinho, nem respeito, nem amizade restou... Aliás, restou sim: mágoa...

Sabe as frases feitas que usamos por aí? Tem uma que cabe bem nesse contexto...

"Tanto fez que agora, tanto faz"...

Fico triste de ver que o que reluziu nunca foi ouro...

Obrigada Senhor por ter me levado pra longe... Algumas vezes precisamos ser feridos no que mais nos dói pra poder alcançar a cura...

Aqui jaz uma pseudo "história de amor"... Aqui jaz a história de uma pessoa que queria apenas um final feliz... Aqui jaz tudo que senti... Por você...

Adeus!


terça-feira, 11 de junho de 2013

Acho que Deus me mandou um recado...

Recebi uma mensagem no celular de um número estranho que dizia:

"Filho (a) Eu sou o seu auxílio. Ao fim de sua caminhada atual estão suas bençãos. Então faça sua parte, tenha fé e confie que eu estou guiando você"...

Me pareceu um sopro nos ouvidos...

Que assim seja Senhor!

quarta-feira, 20 de março de 2013