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domingo, 17 de agosto de 2025

Só hoje...

 

Hoje eu queria te encontrar... 
Olhar pra você... 
Ver teu sorriso, o brilho que só  teus olhos tem...
Te abraçar (ou só ser abraçada)...
Um dia queria ter um abraço assim, que reiniciasse alguém  mesmo não sabendo que o faço...
Mesmo lutando contra, alguma coisa sempre escapa...
...Mesmo não fazendo sentido, ainda faz sentir...

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Madrugada insone, mente insana...

Madrugada insone...
Vi um filme na TV...
Chorei...
Engraçado como a arte realmente "imita" a vida...
Um casal se vê pela primeita vez, ficam juntos e parece que aquele encontro estava escrito em algum lugar "pelo destino"...
São tantas afinidades e uma energia (física e emocional) os une como se aquele momento (pouco mais de 24 horas) represetasse uma existência inteira...
Minhas memórias foram remexidas...
Flashs me vieram a mente...
O "destino" e suas armadilhas...
Bem que a vida poderia ter imitado a arte e o momento tivesse seguido o mesmo fim da película...
Pouparia a desilusão.


domingo, 9 de abril de 2017

E eu sinto tua falta...

Engraçado isso...

Ando sentindo um tanto de saudades de ti...

Das madrugadas "caminhando pelos meios-fios"... De ter por testemunhas somente o "vinho", a lua, a música e o "silêncio" contemplativo...

De tua obra sob meus olhos, do êxtase que isso despertava em mim...

De "beber" tuas palavras, tua loucura e ficar ali, embriagada de ti...

(Será que me lês poeta? Queria muito que isso chegasse a teus olhos...)

Acho que, de tudo que vivi, de ti sinto mais falta...

Foi tudo tão breve e tão intenso... (Não imaginas o quanto minh'alma vibrava por ti... Ou talvez imaginasse mas sem crer ser verdade... E era...)

Eh... Tu bem sabes o quanto fostes avassalador em mim... (Não só em mim...)

Deves ser destes furacões que nunca passam "por passar" nas vidas alheias...

Volta e meia me pergunto o motivo de eu não ter tido coragem de te buscar... A admiração, o choque, o respeito era tão grande que nunca ousei... (Embora soubesse EXATAMENTE onde te encontrar... Não foi medo, foi algo que nunca soube explicar...)

Algumas pessoas já viveram em mim e se perderam... Tu, que estavas sempre "de passagem", permanece... Sinto teu lugar em mim...

Eu era mais menina... Me julguei mínima demais pra ti...

(Ahhh, queria muito que me lesses... Queria poder dizer-te...)

Sinto tua falta... Mas bem me avistes que sentiria...

Talvez nada signifique o que direi mas não imaginas a força que existe nessa afirmativa: É em ti que penso quando me perco...É em ti que penso quando a poesia me sussurra aos ouvidos...

Quantas vezes usei o "Mergulhar" que me enviastes pra "diminuir" o tempo que "finge parar de doer"?

É... Um breve que se eternizou...

Volta e meia me pergunto porquê não fui pra "casa com varanda" e deixei tuas telas espalhadas pela casa... (Não achei que eu merecia...)

Nas minhas mídias tem uma pasta com teus sons, nos meus guardados nossas taças quebradas... Memórias de um "nós" que nem chegou a se concretizar... 

Parei pra viver um momento, buscando preencher meu vazio com algo que era só da carne... E mesmo quando eu estava "enlutada" e tu me disse logo ao me olhar "o que não te matar vai te tornar forte Menina"... Mesmo assim eu não achei que podia te merecer...

Sempre fostes grande pra mim... Sempre fostes grande em mim...

Estive sob o mesmo céu que outrora habitamos, passei pelas ruas em que estivemos e busquei teu semblante... Infelizmente não consegui encontrar senão as memórias dos dias que ali estivemos... Mas eu quis muito... Embora soubesse onde eu não descumpri minha promessa... Ti busquei nos acasos... Foi o que te prometi...

Guadalajara, "Vander Lee" (estivemos "juntos", embora separados, e meus olhos fugindo vergonhosamente dos teus, embora te buscassem por apelo da minha loucura) , grama, meio fio, "Sabiás"... (Sim, eu sempre soube onde e sempre respeitei a promessa")...

Queria que me salvasse de mim... (Pausa pra secar as lágrimas)

Recentemente senti algo que tu ilustrara pra mim certa feita... Saí "gritando" pelo mundo a minha dor e o "mundo" continuou sua trajetória, as pessoas continuaram tripudiando e os cacos eu mesma tive que colar...

Loucura minha dizer tudo isso... Sei que não lerás... Sei que não faz diferença... Mas eu precisava dizer... (Nem que fosse pra mim...)

Devias ter acreditado quando te ofereci meu mundo... Sabes que teria de mim o que quisesse, te dei provas disso e sem ressalvas... (Hoje meu mundo não tem cor... Não tenho mais impeto... Mas gostaria que aceitasse... Embora saiba que nada tenho mais de mim...)

Acho que meu mundo ficou lá, naquele último momento...

Melhor parar por aqui...

Quero apenas que saibas que quando busco o passado sois a memória (saudade) que me toma...

Quero apenas que saiba que "certas canções são eternas"...

Tim tim... Amééééééééémmmm!!!

(A canção que me traz você... A canção que te dei pra que sentisse junto comigo a poesia... A canção que acabou virando um emblema... A doce canção da saudade... Um "Marco"... )

Deixas em mim tanto de ti...
(Pedro Abrunhosa)

A noite não tem braços
Que te impeçam de partir
Nas sombras do meu quarto
Há mil sonhos por cumprir

Não sei quanto tempo fomos
Nem sei se te trago em mim
Sei do vento onde te invento, assim

Não sei se luz da manhã
Nem sei o que resta em nós
Sei das ruas que corremos sós

Porque tu
Deixas em mim
Tanto de ti
Matam-me os dias
As mãos vazias de ti

A estrada ainda longa
Cem quilômetros de chão
Quando a espera não tem fim
Há distâncias sem perdão

Não sei quanto tempo fomos
Nem sei o que trago em mim
Sei do vento onde te invento, assim

Não sei se luz da manhã
Nem sei o que resta em nós
Sei das ruas que corremos sós

Porque tu
Deixas em mim
Tanto de ti
Matam-me os dias
As mãos vazias de ti

Navegas escondida
Perdes nas mãos o meu corpo
Beijas-me um sopro de vida
Como um barco abraça o porto

Porque tu
Deixas em mim
Tanto de ti
Matam-me os dias
As mãos vazias de ti

Deixas em mim
Tanto de ti
Matam-me os dias
As mãos vazias de ti 

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

"Há meses que fazem chuva, semanas que fazem sol... E dias em que tanto faz..." (Vander Lee)

E hoje eu chorei...
Chorei tanto
E muito
E tão profundamente...

Eu chorei...

E hoje eu precisei chorar...

Chorei sozinha, silente...
Chorei na intimidade da minha cama
Na minha clausura...

Eu chorei...

Eu precisei chorar...

E foi um choro doído
Um choro sofrido
Um choro...

Hoje...

Precisei...

Chorar!...

(Não, isso não é poesia, não é metáfora, nem figura de linguagem... Isso foi real!!!)

domingo, 4 de dezembro de 2016

Filosofia alimentícia...

Semana passada voltei a me reencontrar com o "Subway" (Quase um ano sem ir lá)...
Achei que já tinha esquecido meu sanduíche preferido... O de almondegas...
Cheguei lá, olhei pro painel/menu e suspirei... 
Quando a moça perguntou "Qual o sanduíche senhora"?
Percebi que, embora precisasse experimentar outro sabor ainda queria o de almondegas...
Pedi de atum (minha nova paixonite) mas não foi a mesma coisa...
Percebi que meu estômago ainda tem sentimentos pelo de almondegas...
Ai, ai...
Agora é aprender a lidar com isso...
Almondegas nem vende mais...
Guardo então a memória do sabor do sanduíche que continua na minha preferência...
Vai entender né?

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

O que eu escreveria se quisesse escrever?

Senti vontade de escrever...

Sentei, liguei o PC, coloquei música e segui o ritual: Primeiro procurar a foto, depois deixar as idéias fluírem, escrever, ler, corrigir, postar...

Não consegui achar uma foto (ou achei?), as idéias não fluíram (mesmo com o Flávio Venturini tentando ajudar), não escrevi, não li, não corrigi, nem postei...

Tudo está solto demais...

Peguei um caderno, uma caneta preta (quem sabe o problema não fosse a "tecnologia")... Nada!

Pensei nas contas atrasadas, na bola de neve que elas vem se tornando, na lancheira da bebê, no primeiro dia na escolinha depois das férias, na crise alérgica, no remédio dela que acabou, no sono acumulado, na correria de amanhã, em onde vou colocá-la pra poder pintar a casa com tinta anti mofo, em como meu pé está doendo, em quantas vezes eu morri nos últimos 3 anos... No saldo negativo do banco, na falta de luz no fim do túnel (Túnel? Que túnel?)...

Pensei no frio, nos edredons pra lavar, no remédio de alergia que acabou (Sim, eu penso nisso de 5 em 5 minutos... Experimente ter um filho pequeno com alergia e numa casa com mofo... Viu? Po**a, o remédio acabou!)...

Um dia alguém me disse: eu olho pra você e vejo a realidade te engolindo...

Existe muito pouco de mim hoje em dia... Fui engolida por essa tal "vida real"...

Pensei que eu devia ter lavado o cabelo, mas lembrei que era tarde e que se eu dormir de cabelo molhado fico gripada, e se eu ficar doente quem cuida da alergia se nem remédio tem?

Pensei: Que tanta confusão, cansaço e chatice é essa? Vida real "meu rei"...

Daí você prende o choro (garotas grandes não choram), tenta abstrair, até finge demência, mas a vida não muda...

De onde virá o milagre? O cometa Harley (escrevo do jeito que eu quiser, o cometa é meu e vá tomar no seu... cometa...)? O balsamo, o oásis, o cantar dos sabiás?

Quá!

Depois disso tudo eu pensei: que merda toda é essa?

É de sua conta?

Só escrevi porque não sabia sobre o que escrever...

Mas o remédio de alergia, esse, acabou de verdade...

A noite promete ser de espirros, tosse, choramingos e afins...

Tudo por causa de um filho da "p***" de um remédio que cismou de acabar...

Sei lá pra quê escrever isso... Enquanto o blogspot deixar eu escrevo, mesmo não sabendo "o que eu escreveria se quisesse escrever"...

terça-feira, 19 de julho de 2016

Ah! Abrunhosa... Mexes com meus sentidos...

A pele falando alto...

A "outra personalidade" gritando... Estapeando-me...

Abrunhosa sussurrando em meus ouvidos...

Como não sentir? 

Como não pensar?

Coisas que nem Freud consegue explicar...

("Nunca fui de superficialidades"... Disse a "personalidade" atuante... E queima, e arde...)

(Não existe nulidade quando "ela" me toma a alma...)



Mão... Pele... Tua... Minha...


(Arrepio...)

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

A sensação de agora??? Janelaaaaaaaaa!!!!!

Meia noite e quarenta e três... Uma mesa ocupa o lugar do "berço... Coldplay no headfone... Um abajour de "boneca"... Ar condicionado a 25º... Bebê dormindo "ao alcance das mãos"... A sensação é tão libertadora que chega a emocionar...

Tanta coisa me vem a mente... Vontade de escrever tudo, sobre tudo, "sobretudo" sobre o que vai em mim...

(Sério, me emocionei...) (Pausa pra sentir as lágrimas...) (Pausa pra sentir...)

Quanto tempo eu queria isso... Há quanto tempo eu não sei o que é isso...

Nossa... (Lágrimas, lágrimas, lágrimas...)

Chego a sentir uma pressão no peito...

Não, ninguém nunca vai entender o que a escrita significa pra mim... O quanto eu preciso dela... O quanto ela me completa...

(Putz, quanto tempo eu não sinto, eu não me permito sentir... Chega tá doendo na carne... A sensação é de palavras saindo das células... E isso no sentido literal... E sem trocadilhos...)

Em algum lugar (espaço/tempo) eu me perdi... E foi de uma forma tão brusca que não consigo me enxergar mais em nada... 

Vez ou outra sinto como se "algo" dentro de mim estalasse, como um "toc toc" de dentro pra fora... Mas eu não tenho tempo de ouvir... O cansaço, a casa, o trabalho, a maternidade, a física quântica, e até mesmo a fórmula de Bhaskara me tomam de uma maneira que eu até prefiro não me encontrar...

Ahhhh... Por uns minutos que seja estou sentindo vida em mim...

(Obrigada Deus!!! Obrigada!!!)

Talvez nunca entendam a sensação que me invade agora...

A sensação é de andar nos meios fios pela madrugada fria...
(Essa só uma pessoa vai entender... "Tim Tim")

É como se eu fosse uma parede e, num descuido, explodisse uma janela...

(Que sensação divina... Deus Obrigada!!!)

O choro é de emoção... Como se a mão que me aperta o peito se abrisse e me mostrasse que ainda vivo... AINDA VIVOOOO!!!

(Brindo novamente... Améééééémmmm!!!)

Vou preferir parar de escrever e deixar essa sensação me tomar por inteiro...

Só posso dizer que VIVO... (Um suspiro)

VIVO...

Não importa onde me perdi... Eu sempre encontrarei o caminho de volta...

(See you soon... Coldplay...)

(Apenas sentindo o momento... Não deixando "pra lá"... Desejando que esse momento se repita em breve, vez por outra, quiçá de vez em sempre... Mesmo quando eu nem mais respiro a música me faz renascer...)

(Todas as referências ao "Vinho" são meros delírios... Porque sei que me sabes mais que eu mesma sei... Logo escreverei um brinde, uma ode, e deixarei "um beijo em cada uma de tuas palmas... "Amém"!)

domingo, 27 de dezembro de 2015

O sentimento do dia...

                            Melancolia...

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Recomeçando... Parte 1: Agradecer!

Hoje eu preciso REALMENTE agradecer...

Meu coração tão machucado, "ensimesmado", embrutecido, despedaçado e tomado por tantas outras coisas, outros tantos dramas, não queria mais sorrir, não queria mais nada de nada... Descrente, insipido, anestesiado pra tudo e todos, não importando o grau de "proximidade, voltou a sorrir...

Há a uns 4 anos eu fui abduzida de mim mesma, do meu "pequeno mundo só meu" e, por força da busca por uma "felicidade sem ressalvas", acabei anulando tudo que havia de melhor em mim...

Eu não escrevia mais, eu não ouvia mais minhas músicas (podia incomodar... e incomodava), não conversava mais sozinha, não criava "tempestades" em meus copos d'água (por ter que pisar em ovos)... eu nem percebi mas deixei de ser eu... Me apaguei pra deixar que brilhassem "pra mim"...

Que insanidade...

Eu me roubei de mim e me dei numa bandeja...

Eu perdi o brilho... Me sufoquei tanto... Tanto...

Eu brincava com um nariz de plástico, eu ria das minhas bobagens, eu cantava... Meu Pai do Céu, como eu cantava... Eu respirava música... Eu bebia poesia... Era uma solidão que tinha cor... 

Minhas madrugadas insones, estudando ouvindo "tchuri tchuri tchuri" (Tema da novela Caminho das Índias... Não sei o nome mas quem ler vai saber... kkkk) altas horas da madrugada...

Eu era Eu ali e nem percebi...

Um amigo tinha me dito uma vez pra tomar cuidado pois a vida podia me consumir, me apagar e eu ia sofrer por isso... Nós bebíamos as madrugadas, pisando a grama molhada, sentados no meio do nada e consumindo a arte até a loucura do álcool nos consumir e os corpos falarem mais alto que a mente...

Ele me disse que eu precisava sair da realidade pra ser real e eu não entendi...

Eis que a vida me mostra novamente que hoje pode ser o meu "Último dia" e me pergunta o que eu faria "se só me restasse esse dia?"

Poucas semanas atrás eu "te encontrei" "por aí" e você não me pediu nada, me deixou dizer as coisas sem me julgar, me deixando ser o que eu quisesse e foi o que eu imaginei que você devesse ser, desde "algodão doce" a "maçã do amor"... E ontem, quando eu disse ter sentido vontade de escrever mas que tinha me prometido não mais fazê-lo e você disse: escreve pra mim... Algo explodiu dentro de mim... Como se eu voltasse a enxergar que existo...

Quando você disse: "Cheguei mais cedo pra passar mais tempo com você... Porque gosto da sua companhia"... E eu questionei o quanto sou desinteressante e você me disse que não, parece que uma lâmpada se acendeu sob meus pés...

Era como se eu sentisse minha vida pulsar no peito... Chorei, chorei, chorei... Chorei um choro tão emocionado que meu corpo inteiro aqueceu...

Você nunca vai saber o que está escrito aqui porque eu nunca vou te mostrar mas você me ajudou a respirar... Foi como se eu estivesse em coma e você soprasse em minhas narinas...

Hoje eu acordei diferente... Hoje eu acordei EU...

Eu preciso te agradecer, eu preciso muito te agradecer, eu preciso mesmo te agradecer...

Por favor, não vá embora... Fique aqui... Eu ainda não sei caminhar sozinha... Ainda preciso de tua mão... Fica...

Hoje tudo se abriu em minha cabeça e eu senti cada pedaço de mim...

A vontade que eu tenho agora e de colocar todas as músicas, poesias e bobagens de volta em meus espaços vazios... De decorar tudo que tá cinza dentro de mim...

Acho que foi mesmo Deus que te mandou...

Sim, eu vou te abraçar todas as noites e te proteger dos "magoadores'... Rs...

Se um dia eu fugir não sinta culpa, é da minha natureza fugir... Mas serei sempre por ti... Mesmo quando estiver distante...

Queria gritar beeeeeeemmmm altoooooo que estou me devolvendo pra mim... Kkkkkkkkkkk...

É tããããããooooo booooommmm...

Obrigada, obrigada, obrigada...

Sabe que gosto você tem hoje? Gosto de "dançando na chuva"... Kkkkkkkkkkkkkkkk....

(Se um dia você ler isso eu estarei com a cara enfiada na areia rs... Mas não deixará de ser verdade por isso... Rs... Já tens um bom pedaço do meu carinho... Obrigada... Simplesmente, obrigada...)


terça-feira, 27 de maio de 2014

Insanidade... Arrepio...

Deliciosamente... Insana...

sexta-feira, 28 de março de 2014

E me veio uma lembrança tão forte... Chorei de saudade...

Eu não posso sentir, eu não devo sentir... Mas eu sinto...

Lembrei de quando tudo era diferente...

De quando eu não queria mas quis, de quando eu não devia mas aceitei...

De quando me perdi e o achei...




quarta-feira, 26 de março de 2014

“Oh sim, eu estou tão cansada”...

...Que acabei tendo um sonho estranho...

No sonho, minha porção “Nativa” me subia pelas veias e, eu me via flertando com um ex professor do ensino médio (ixi, faz tempo viu rsrs)... De repente, por conta do sonho, eu acordei me sentindo viva... Uma sensação boa que há tempos não sentia...

É sabido aqui que eu encerrei minha “carreira solo com participações especiais”, que eu não pretendo mais ter um “novo relacionamento”, sequer me permito pensar mais nisso... Já tive minha cota de “desventuras em série”, mas o sonho me fez sentir diferente, como se eu percebesse que ainda existe uma mulher vibrando dentro de mim (eu digo sempre: que Deus me proteja desta porção Nativa, pois “ela” rompe com meu projeto de “Vida pacata S.A.”)...

Sim, eu conheço bem as sensações que “o sonho” despertou em mim e sei o quanto elas me moviam... Era vital demais...

Me peguei pensando... É, eu até gostaria de viver aquela sensação deliciosa que a paixão provoca na gente, com tudo saltitando, com borboletas na barriga e etc, mas não, eu não pago esse preço mais...

Seja lá como for meu coração está congelado, pior do que no período de 2009 ao começo de 2010 (onde eu pedia pra sentir qualquer coisa, pois não sentia mais nada) e eu não tenho nenhuma pretensão de que seja diferente...

Mas a sensação foi gostosa, isso eu não posso negar...


Nativa querida, volte a dormir...

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Tudo novo, de novo...

E mais uma vez a vida se mostra despida a minha frente, como página que se fez em branco pra que eu pudesse tingir...

E eis que o destino pôs asas em meus pés e me lançou no abismo... Quem sabe pra que eu reaprenda  a voar...

E eu, cheia de chagas abertas, de feridas mal curadas, de dores, lamentos e aís... Eu que nunca tive assas, que nunca ambicionei o gosto do céu, eu que sempre me conformei com qualquer coisa, vinda de qualquer lugar, escrava, submissa, cabisbaixa... Eu... Justamente EU...

Vou, onde o vento quiser me levar, eu  vou...

Como diz a canção:

"Só sei que jamais será tarde demais
A dor e o temor nunca serão fatais
Cada ferida vai cicatrizar, no mesmo lugar, uma nova pele vai se formar"...

E vamos que vamos... Eu, minha Bel e o que destino nos reservar...

"Distância, recurso, liberdade e freio de mão"...

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

E isso resume o que penso e o que será... De hoje até uma destas "eternidades"...

Futuros Amantes

Chico Buarque

Não se afobe, não
Que nada é pra já
O amor não tem pressa
Ele pode esperar em silêncio
Num fundo de armário
Na posta-restante
Milênios, milênios
No ar


E quem sabe, então
O Rio será
Alguma cidade submersa
Os escafandristas virão
Explorar sua casa
Seu quarto, suas coisas
Sua alma, desvãos


Sábios em vão
Tentarão decifrar
O eco de antigas palavras
Fragmentos de cartas, poemas
Mentiras, retratos
Vestígios de estranha civilização


Não se afobe, não
Que nada é pra já
Amores serão sempre amáveis
Futuros amantes, quiçá
Se amarão sem saber
Com o amor que eu um dia
Deixei pra você

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Só pra não esquecer...



"É mas tenho ainda muita coisa pra arrumar
Promessas que me fiz e que ainda não cumpri
Palavras me aguardam o tempo exato pra falar
Coisas minhas, talvez você nem queira ouvir
Já sei olhar o rio por onde a vida passa
Sem me precipitar, e nem perder a hora
Escuto no silêncio que há em mim e basta
Outro tempo começou pra mim agora"...
 
(Ana Carolina)